Dia 17 – Do que a Natureza é capaz…

Dia 17 – Do que a Natureza é capaz…

Hoje começamos o nosso dia, mais uma vez, rodeados pelas montanhas… Mas, desta vez, no lago de Hallstatt :) Decidimos ir mesmo à vila de Hallstatt e, para isso, é preciso fazer a travessia de ferrie pelo lago.

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Fizemos uma caminhada de aproximadamente 2km até ao sítio para apanhar o suposto ferrie. No entanto, preferimos apanhar um barquinho – uma espécie de gôndola – para fazer a travessia.

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Foi um dos passeios mais bonitos que já fiz em toda a minha vida! Lá estávamos nos, no meio do lago, com montanhas por todo o lado… Bem lá, ao fundo, já se via a vila :) Foi um passeio fabuloso e que deu para começar melhor o dia, no meio do ar puro e da natureza.

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Quando chegámos à vila, já era quase hora de almoço e, apesar de termos comido antes de sair do apartamento, estávamos com bastante fome… Decidimos almoçar logo e ficar despachados cedo para irmos continuar a nossa visita :)

Quando estávamos a acabar de almoçar, fomos de novo, atacados por 5 ou 6 abelhas… Que bom!! Só me apetecia começar a correr com a minha sobremesa e fugir dali. Conclusão, nunca mais pedimos sobremesas – elas adoram coisas doces. Pois, exato, tipo o mel :p

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Depois do belo almoçinho – comida tradicional que estava deliciosa e mais uma vez, não sabemos o que comemos – fomos até à mina do sal. Esta, é a mina de sal mais antiga do mundo, com aproximadamente, 3000 anos. Ah! Ainda é uma mina ativa, muito importante para a produção de sal.

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A nossa visita começou com uma subida de teleférico, mais uma vez, até 855 metros de altura onde se encontrava a entrada para mina. Tivemos que nos equipar com umas calças e um casaco fornecido lá e convinha levarmos connosco roupas quentes, pois a temperatura da mina rondava os 8 graus.

Entrámos na mina e caminhámos por alguns minutos sempre em frente por um túnel, quando chegámos ao fim, a nossa guia informou-nos que íamos descer mais – dentro da mina – por um escorrega, tal como os mineiros a sério. “Yupiiiii!”… Que sensação! não sabia que trabalhar numa mina, ou mesmo visitá-la, podia ser tão divertido :p Continuámos a nossa visita e vimos alguns filmes que explicavam a importância daquela mina e de Hallstatt relativamente ao sal.

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A certa altura da visita, assistimos – no meio de uma gruta – a um espetáculo de luzes e movimentos nas paredes desta. Foi incrível!

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Passado algum tempo, tivemos uma óptima notícia… Íamos escorregar outra vez, mas agora… Um mega escorrega! Tínhamos umas calças vestidas que eram próprias para esse efeito, o que nos permitia escorregar bastante rápido – chegámos aos 30km/h :p

Continuámos a nossa visita. E, para finalizar em grande, voltámos naqueles comboios das minas – também utilizados pelos mineiros. Foi uma viagem: rápida, fria e divertida!

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Foi uma tarde muito bem passada e, honestamente, muito difente do que eu estava à espera! Pensei que era apenas uma espécie de museu… Nunca pensei que fosse tão divertido e interessante :)

Com isto, já se fazia tarde e já tínhamos sido avisados que se aproximava uma tempestade, pelo que achámos melhor regressar ao apartamento. Achei Hallstatt super bonito e relaxante… É óptimo para passar umas férias no meio da natureza e relaxantes :)

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Agora, estamos no nosso apartamento – impressionante que o único barulho que se ouve na rua são os passarinhos, não há um único som para além desse. Vamos fazer o jantar daqui a pouco e arrumar as coisas que amanhã partimos para o próximo destino.

Será completamente diferente de Hallstatt… Amanhã, vamos para Budapeste :)

Dia 16 – Um paraíso na terra…!

Dia 16 – Um paraíso na terra…!

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Hoje o nosso dia começou com comboios… Comboios por todo o lado! Tínhamos o comboio para Hallstatt, em Viena, por volta das 10h. Saímos do apartamento, como sempre, quase uma hora e meia antes para dar tempo se houver algum contratempo :)

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Chegámos à estação para apanhar o primeiro comboio para o nosso novo destino e não aparecia nada no painel, nada de comboio nem de nada que se parecesse… “Que raio! Que se passa aqui!?”… Fomos até às informações e afinal aquela não era a estação onde tínhamos que apanhar o comboio, por isso, tivemos que apanhar outro para essa estação – ainda bem que fomos mais cedo :p

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Felizmente, não houve nenhum atraso nem nenhum problema com nenhum dos comboios, o que fez com que a chegada a Hallstatt fosse rápida e sem muito stress :) Assim, conseguimos aproveitar o resto do dia para conhecer um pouco deste paraíso, que não tem outro nome…

Mal pusemos os pés fora do comboio reparámos que havia um teleférico que subia até as montanhas e que andava por cima delas… Como é obvio, lá fomos nós :)

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Fomos até à zona para apanhar o teleférico e decidimos ir visitar os five fingers – um miradouro no meio das montanhas em forma de mão. Aqui, conseguimos ter uma vista espetacular de Hallstatt e das montanhas que rodeiam está pequena vila :) Nunca na minha vida tinha visto algo assim, tão bonito… É impressionante como a natureza consegue ” fazer” coisas assim!

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Aproveitámos a vista, e quando o frio começou a apertar – estavam 10 graus lá em cima – regressámos para junto do calorzinho :) Sim, também não era muito, mas sempre era mais quentinho cá em baixo.

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De repente, lembramo-nos que não tínhamos comida para fazer em casa e o único restaurante aqui perto poderia fechar cedo ou já estar fechado… Quase a correr, começamos a descer em direção ao restaurante. Felizmente, chegámos a tempo e conseguimos saborear uma comidinha tradicional… Não faço ideia o que comi, mas estava muito bom – ou então, era eu que tinha muita fome :p

Vamos agora descansar, amanhã ainda temos muito que conhecer e andar, porque aqui, temos mesmo que conhecer tudo a andar… E visto que é no meio dos montes e vales, custa um pouco mais… Mas como é tão bonito e é tão relaxante, até se faz bem :)

Dia 15 – A cidade surpresa…

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Por muito que nos custasse, – e desta vez estava a chover – mais uma vez, fomos explorar cedo… Tínhamos muito para conhecer de Viena e não queríamos perder tempo! Ontem ao fim do dia, tínhamos uma ideia de Viena que queríamos a todo o custo mudar, visto que sempre nos disseram que era uma cidade linda… Aí é? Vamos lá explorar 😉

Como as coisas são um bocado longe do nosso apartamento e umas das outras e só nos restava o dia de hoje, decidimos fazer um SightSeeing (a dor de pernas também ajudou). Quando vimos o percurso que tínhamos que fazer, até ficámos parvos! Havia 4 linhas e o percurso em cada uma delas era, na maior, duas horas…

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No entanto, não podíamos desanimar, tínhamos que mudar a ideia que tínhamos de Viena e nada melhor que um autocarro que passa pelos pontos mais turísticos :) Apanhámos a primeira linha – a que estava mais perto de nós – que foi percorrida rapidamente… Saímos apenas numa paragem – Museu e Castelo Belvedere. Onde deu para passear um pouco pelos seus grandes jardins e relaxar um pouco lá pelo meio :)

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Saímos, um pouco mais tarde desse autocarro, para trocar de linha. Linha vermelha… Faz a ligação com as outras duas linhas que faltavam e passa pelo Quarteirão dos Museus – é um dos maiores complexos de museus do mundo que inclui vários museus, teatros e jardins com cafés tradicionais. Infelizmente, só conseguimos ir lá de passagem… E fotografia, só de noite…

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A linha vermelha passava também perto do centro histórico – Palácio de Hofburg e Catedral de Santo Estevão  –  nos quais já tínhamos dado uma vista de olhos ontem, mas decidimos passar lá hoje, um pouco mais tarde :)

Trocámos de linha, perto do jardim Volksgarten… Como ainda faltavam 45minutos para o autocarro da linha verde, decidimos ir almoçar para esse jardim :) É um jardim bastante bonito, onde saboreamos as nossas sandes muito boas :)

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Quando apanhámos esse autocarro, o motorista disse-nos logo que aquela linha demorava cerca de duas horas a percorrer e nós decidimos que não íamos sair em nenhuma paragem, pois ainda nos faltava acabar de percorrer a vermelha e a azul… Quando demos conta, já estávamos nos arredores de Viena – em Grising. É uma pequena vila, conhecida como a vila do vinho, onde há bastantes vinhas e restaurantes tradicionais com provas deste.

Começámos, depois, a afastar-nos um pouco de Viena… Começámos a subir… A subir… E, o motorista do autocarro informou-nos havia uma paisagem panorâmica e que íamos parar cerca de 15minutos.. Tivemos um pouco de receio de nos afastar do autocarro, pois estava um pouco mau tempo e se perdêssemos aquele, só passado uma hora é tínhamos outro…

Arriscámos… E arriscámos muito bem! Foi uma das vistas mais fabulosas que poderia ter visto… Era qualquer coisa de brutal, que era lindo e maravilhoso! Afinal, Viena é uma caixinha de surpresas 😉

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Passado um pouco regressamos ao autocarro e continuamos o passeio. Fomos fazer uma visita a uma terra na Áustria- baixa.

Passadas duas horas, regressámos ao ponto de onde tínhamos partido e apanhámos de novo a linha vermelha, para acabar esse percurso…

Finalmente, trocámos para a última linha, a que nos faltava percorrer… Como já estava a ficar tarde decidimos sair apenas num sítio – Hundertwasserhaus. Basicamente, é um prédio habitacional concebido pelo artista Friedensreich Hundertwasser – daí o nome. É uma das atracções de Viena, devido às cores, formas, e decorações :)

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Por fim, apanhámos o autocarro uma última vez em direção ao centro. Passámos pelo parque de diversões onde estivemos ontem e reparámos que a roda gigante se vê de muitos pontos de Viena – daí, ser um dos símbolos desta cidade, que afinal, até é bastante bonita :)

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No centro, procurámos um sítio para jantar – desta vez tínhamos forças. Fomos experimentar comida tradicional, que é bastante boa :) Vá, mas confesso, já tenho algumas saudades da comida portuguesa! Depois ainda demos um passeio pelo centro à noite e, embora curta, deu para gostar um pouco mais disto :) Acho que a cidade à noite, apesar de não ter muita vida, tem um encanto especial!

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Posso dizer que gostei bastante de Viena, é uma cidade bonita e conhecer desta maneira ajudou muito para que eu pensasse assim :)

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Amanhã vamos para o nosso próximo destino – um dos que estamos mais curiosos – Hallstatt! Já estivemos a ver meteorologia, e infelizmente, vai estar bastante frio… Que raio! Ainda ontem estavam 40 graus e agora vão ficar 10?!?!? Não temos quase roupa quente não sei como vamos fazer, mas arranjaremos maneira, de certeza :)

PS. Deve estar a haver uma vaga de frio pela Áustria :(

Dia 14 – “Porque é que ainda nos metemos nestas coisas?!”

Dia 14 – “Porque é que ainda nos metemos nestas coisas?!”

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Chegámos hoje bem cedinho a Viena no comboio noturno, que segue de Praga até Budapeste. O nosso dia começou bastante cedo hoje – demasiado…

Por volta das 9.30h já estávamos no nosso novo apartamento. Estamos um bocado longe do centro, por isso, ou os nossos pés e pernas vão sofrer ou vamos ter que andar sempre de transportes para qualquer lado…

Deixámos as nossas coisinhas aqui, e bem mais aliviados das costas, fomos ver onde podíamos ir hoje… Decidimos bem rápido ir ao Wiener Prater – o Parque de diversões mais antigo do mundo, aqui, em Viena :)

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Quando saímos do apartamento reparámos que mesmo à frente da nossa porta temos uma casa de meninas… Bem, porquê? Primeiro tem as janelas todas fumadas e em cor de rosa com uns desenhos de uns lábios e depois, porque, quando estávamos a passar lá ao pé conseguimos, infelizmente, ouvir alguns barulhos “estranhos”! Que sorte a nossa, só nos faltava mais esta…

Apanhámos o metro – uma espécie de comboio esquisito – e seguimos para o Parque de diversões… Estávamos super curiosos! Quando lá chegámos nem queríamos acreditar no quão grande aquilo era… E as diversões? Ó meu deus! Nunca tinha visto nada assim…

Percebemos bastante rápido que era mesmo o parque de diversões mais antigo do mundo, pois a maioria das diversões era um bocado desconfortável :p Andámos em imensas coisas, nem sei explicar bem no quê… Rimos, gritámos, corremos, saltámos… Parecíamos umas autênticas criançinhas, como é obvio, mas estávamos tão felizes :p

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Passámos praticamente todo o dia lá, e acabámos o nosso dia a comer um kebab e a beber um granizado… E que saudades que eu tinha de um belo granizado! Já não me lembrava do quanto aquilo era tão bom *-*

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Depois de sairmos do parque ainda quisemos ir até ao centro – um pouco mais histórico. Pois é, gostamos de sofrer :p

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Fomos visitar a Catedral Santo Estevão e o palácio de Hofburg… No entanto, só tivemos tempo para tirar umas fotos, visto que o cansaço já apertava. Comprámos o jantar e viemos comer para casa – nem para comer em algum lado tivemos forças. Acabámos, então, o nosso dia a ver um filme :)

Amanhã há mais e ainda temos muitas coisas para visitar!

Dia 13 – Sbohem Praha… Até à próxima!

Dia 13 – Sbohem Praha… Até à próxima!

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Neste momento escrevo da estação de Viena, são quase 8h e chegámos às 6.10h à cidade que vamos conhecer nos próximos dois dias :)
Ontem não tive oportunidade de escrever, pois só apanhámos o comboio era quase meia noite e queríamos era dormir. No entanto, o nosso dia foi muito bem aproveitado, para acabar de conhecer Praga, que infelizmente, já deixámos…


Começámos o dia a dar um belo passeio pelo centro de Praga e decidimos ir conhecer um pouco mais para além da Cidade Velha – fomos conhecer a famosa Dancing House. Fiquei um pouco desiludida, confesso, pensei que pudesse ser qualquer coisa de outro mundo – as fotos iludem um pouco – mas, não…  É apenas um prédio um pouco torto! Mas é giro…

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De seguida, decidimos passar para a parte baixa da cidade – chama-se assim porque está mais próximo do nível da água do que o outro lado, o lado da Cidade Velha. Continuámos a caminhar, e estivemos a passear por vários jardins bastante bonitos e que davam uma vista espantosa, para não variar, desta linda cidade.

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Quando chegámos ao ultimo jardim, pensámos “Espera lá, devemos estar perto do Muro John Lennon”, como é obvio, não podíamos deixar de visitar e tirar umas fotos todas catitas :p

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Depois de imensas tentativas de fotos a saltar, – foto mais comum – entre outras fotos, dirigimo-nos para a Charles Bridge. Aqui, descemos e fomos procurar um sitio para fazer um passeio de barco pelo Rio Moldava e conhecer as famosas pontes de praga. Escolhemos o passeio mais curto, porque ainda queríamos aproveitar para passear um pouco mais. Com este passeio conhecemos apenas algumas das enumeras pontes – mais tarde percebemos porque, mas já lá vamos. O passeio é muito bonito e dá para ter uma perspectiva diferente da cidade, apesar de continuar linda :p Ainda tínhamos algum tempo antes do nosso passeio e aproveitámos para petiscar qualquer coisa antes, visto que decidimos que não íamos propriamente almoçar, íamos comendo algumas coisas que vimos e nos chamaram à atenção hihihi 😉

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Lá fomos nós, uma horinha de passeio de barco que nos fez ficar mais apaixonados por Praga – ainda mais.

Decidimos fazer o passeio cedo e aproveitar melhor a manhã, porque na meteorologia dizia que ía chover e trovejar durante a tarde e não era muito bom andar por ali à chuva. Até à hora do passeio o céu esteve limpinho, sem uma única nuvem… Mal pusemos um pé no barco, começou a ficar mais nublado e pensámos “bem, ainda bem que viemos já, aposto que vai mesmo chover”.

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Quando saímos do barco, continuámos a vaguear por Praga por ruas e ruelas, em busca de algo novo para conhecer, mas já tínhamos visto tudo o que nos interessava e achávamos mais bonito… Mesmo assim, procurámos… Procurámos… E acabámos por fazer um passeio num comboio turístico pela cidade, mais para queimar tempo do que outra coisa, pois já tínhamos visto praticamente tudo, mas mesmo assim ainda passámos por uns sítios engraçados que não sonhávamos que existiam.

Acabámos o percurso do comboio e fomos para a Praça da Cidade Velha, onde há sempre imensos artistas de rua a dar-lhe animação, e ficámos lá um bocado a ouvir o que o artista que estava a tocar tinha para nos oferecer… Tocava muito bem, e até soube bem para descansar e relaxar um pouco – enquanto víamos alguns sem abrigo um pouco (bastante) alcoolizados a dançar ao som da musica, o que deu para rir um bocado também.

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Passado algum tempo começámos a andar e “Precisamos de jantar em algum lado, bora ver quanto fica o jantar com um passeio de barco à noite”… Acabámos a fazer um jantar num barco com o passeio ao mesmo tempo – e a chuva? Nem vê-la! Continuando… Começámos um bocado mal o jantar, porque caí no erro de pedir uma Fanta… Pois é, o que uma simples Fanta pode fazer? Atrair abelhas, muiiiiitasss abelhas! Eu contei 5 ou 6 numa altura, à volta e dentro do meu copo. Entrei em pânico, levantei-me do meu lugar e fiquei a observá-las de longe. Passado um bocado, o Henrique decidiu despejar para o copo um bocado de um licor de boas vindas que dão no barco – não muito bom, na minha opinião – para dentro do copo… e puffff, fez-se magia, desapareceram!! Receosa, voltei para o meu lugar e continuámos o nosso passeio :)

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Estávamos quase a acabar de jantar – ainda com mais duas horas de passeio – e percebemos o porquê dos passeios de uma hora não fazerem a travessia do Rio todo. O que acontece é que, como o Rio tem várias espécies de cascatas, os barcos não conseguem passar… E para passarem, é necessário abrir as comportas laterais que há – o que inclui esperar que possamos passar para dentro destas, subir a água, e só depois continuar o passeio.. Inicialmente, pensámos que fosse uma coisa rápida… Não, não é! Ficámos lá uma hora do passeio… com que vista? Um muro! No entanto, lá aguentámos… Tínhamos que aguentar… Finalmente passámos!

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Continuámos o nosso passeio, passámos de novo pela comporta – desta vez estava aberta! Ufa! Que bom… Gostámos imenso do passeio, apesar da uma hora de seca, mas valeu a pena… Praga, à noite, é também muito bonito! Tem muitas luzes e muita vida e adoro estas cidades!

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Dirigimo-nos para a estação do comboio logo depois do passeio e assim… Deixámos Praga! Mas, pensamos seriamente em voltar lá… Foi uma das cidades mais bonitas que estivemos e apesar de se conhecer rápido, é linda e vale sempre a pena mais um dia :)

PS. Não choveu!!

 

 

Dia 12 – “Oh Prague, you’re so beautiful…!”

Dia 12 – “Oh Prague, you’re so beautiful…!”

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Hoje as nossas aventuras começaram cedo, temos pouco tempo em Praga e queremos aproveitar bem!

Mal acordámos – cheios de fome – dirigimo-nos para a estação dos comboios mais próxima, para trocarmos dinheiro de euros para a moeda daqui – Coroa Checa.

Quando conseguimos trocar fomos tomar o pequeno almoço – a rapariga que nos atendeu era muito engraçada e para comunicar connosco falava um pouco de checo e de inglês, tudo misturado :p

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Depois dirigimo-nos para a praça da cidade velha – Praga 1, a parte mais antiga da cidade, é o coração de Praga. Aqui conseguimos aproveitar para ver o Relógio Astronómico de Praga, que para além das horas, diz-nos a posição do sol; a Torre da Antiga Prefeitura – onde subimos ao topo da torre, como costume, o que da uma visão muito bonita do centro da cidade :)

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Antes de irmos visitar o Castelo de Praga – um dos pontos de visita obrigatórios – tivemos que passar pela Ponte Carlos (Charles Bridge) que é uma ponte pedonal, em que é possível fazer a passagem por cima do Rio Moldava para o lado do Castelo. Mais uma paisagem linda, sobre a cidade… o Rio e as suas pontes! :)

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Já que estávamos tão perto, decidimos fazer logo a tão esperada visita ao Castelo…

Subimos… Subimos… Ufa! Que canseira! “Porque raio os castelos têm que ser tão altos? Segurança e tal, podiam pensar nos turistas” – resmungávamos. Quando chegámos ao Castelo e descobrimos que era possível subir e ter uma maravilhosa vista panorâmica da cidade toda – “oh não, mais degraus!”. No entanto, nem mesmo os 287 degraus nos impediram de lá ir!

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Wowwww, mais uma vista fabulosa! Agora sim, tenho a confirmação, Praga é das cidades mais lindas pelas quais já passámos! É uma cidade que nos tem encantado desde que cá chegámos, não sei bem porque.. Mas tem um encanto, que não da para explicar, é lindo 😀

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De seguida, começámos à procura do museu  do chocolate – Choco Story. Bem, que procura intensiva que foi… Sem GPS e, naquela altura, já sem muito sentido de orientação… Andámos à roda, à roda… E, passados uns 20 minutos (estávamos a 3 minutos – conseguimos ver pelo GPS na réstia de bateria que nos tinha sobrado)… Encontrámos! Que alegria! Estava no paraíso… Mas, atenção, fui uma menina bem comportada :p comi um chocolate (pequenino) e uma mousse – as calorias foram-se todas com os 17km que andámos durante o dia todo :p

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Depois do museu do chocolate, decidimos rir-nos um bocadinho e ir até ao Museu do sexo – Sex Machine Museum. Calma… Estávamos apenas curiosos com as maneiras de os nossos antepassados bem antigos tinham para… Pronto… Ficarem mais felizes :p foi giro, mas foi uma visita rápida e digo-vos… havia com cada coisa mais estranha… Deu para nos rirmos um bocadinho :)

Já era um pouco tarde, e tínhamos que aproveitar a réstia das réstias da bateria do meu telemóvel para voltar para casa, visto que ainda não sabemos o caminho. Basicamente, viemos quase a correr… Conseguimos, e chegámos com 1% de bateria no telemóvel – missão cumprida!

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Depois desta correria, fomos jantar aqui perto e agora estamos a preparar para ir dormir… Amanhã é o último dia aqui em Praga, e vamos ter mais uma aventura pelas linhas ferroviárias – mais um comboio noturno. Esperámos que corra tudo bem… Amanhã, ainda vamos aproveitar muito desta cidade, que é linda :) depois? Logo se vê como corre a viagem de comboio 😉

 

PS. Amanhã não devo conseguir publicar nada devido à falta de internet no comboio, por isso, público no dia seguinte cedo :) Se der, publico amanhã.

Dia 11 – Dia de passeio :)

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Como hoje íamos fazer uma viagem um pouco cansativa para Praga, decidimos fazer um dia um pouco mais soft :)

Acordámos um pouco mais tarde do que o habitual – 8.45h – e, mais uma vez, aventuramo-nos pelas linhas do metro para chegarmos mais rápido ao sítio que ainda queríamos visitar.

Fomos ao Jardim Inglês – Englischer Garten – e achámos aquilo qualquer coisa perto do paraíso! :)

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Isto logo no início… Um pouco mais tarde, houvimos uma espécie de cascata perto de nós, mas tinha um som um pouco diferente… Fomos investigar, claro :p

Quando lá chegámos, nem queríamos acreditar… Era uma zona construída para fazer ondas – numa parte de um grande canal que atravessa o jardim – e tinha imensa gente a fazer surf! Sim, isso mesmo, surf! Eu fiquei pasmada a olhar para aquilo… Nem queria acreditar no que estava a ver :p

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Continuámos o nosso passeio…

Um pouco mais à frente, começamos a ouvir berros de adrenalina… Dirigimo-nos para o canal – que tem alguma corrente – e vimos que havia pessoas a atirarem-se para a água do canal e a deixarem-se levar pelas correntes uns bons metros… Alguns até mais!

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Pensámos exatamente no mesmo “Raio do fato de banho ficou em casa!”.

Aquele parque é uma animação e um paraíso ao mesmo tempo, tenho muita pena de só termos ido lá hoje… E ainda mais, de não termos levado fato de banho – andamos a sonhar com um mergulhinho desde que começamos o interrail!

Passámos a manhã a passear pelo jardim, um passeio nas calmas…

Por volta da hora do almoço, comemos as nossas famosas sandes – atentos para não sermos “atacados” por abelhas. Agora que falo em abelhas, eu não sei o que se passa, ando com pânico delas! Antes de ser picada, há uns meses, não lhes ligava nenhuma (e já tinha sido picada antes) e agora, começo a fugir que nem uma doida ou então estou sempre com um olho do burro e outro no cigano – como se costuma dizer. E para não falar que devemos ter um imane qualquer que as atrai! Será que elas sentem o medo, como os cães? :p Bem, foi só um desabafo…

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Depois do nosso habitual piquenique, fomos a pé até à Marieplaz – a praça central.

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Decidimos ir um pouco mais cedo para casa – por volta das 14h – pois tínhamos o comboio as 17h e queríamos sair de casa, pelo menos, uma hora antes… Para não haver azares. E não houve! Apenas um pequeno atraso na chegada a Praga – de meia hora.

Apanhámos o comboio a horas, compramos umas sandocas para comer pelo caminho, pois só chegámos a Praga já tarde – por volta das 23.30h. Chegámos agora ao nosso apartamento, e ainda vamos lavar roupa! Não temos tido máquina de lavar roupa nos apartamentos, e já começa a ficar escassa!

Bem, amanhã vamos começar a conhecer Praga estamos ansiosos… Vamos lá ver o que nos espera! Estou muito curiosa, mas cheira-me que vou gostar bastante :)

PS. Estou a morrer de fome, e não temos nada para comer! :c

PSS. A casa onde estamos parece um acampamento cigano, com a nossa roupa estendida por todo o lado :p

Dia 10 – Uma visita ao passado…

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Hoje, visto que era o dia que ja estávamos um pouco mais descansados da viagem de comboio e era o único dia inteiro aqui, decidimos aproveitá-lo de uma maneira um pouco diferente… Decidimos fazer uma visita ao passado e conhecer o campo de concentração de Dachau – perto de Munique – um dos mais importantes da Alemanha.

Acordámos relativamente cedo, fizemos as nossas típicas sandes e aventurámo-nos pelas linhas do metro e dos autocarros para lá chegar – até foi fácil, o gps deu-nos uma grande ajuda :p

Quando lá chegámos, pensávamos que numa hora conseguimos ver tudo… Que inocentes… Uma hora?! Qual quê… Tivemos lá quase quatro horas! Mas, valeu MUITO a pena!

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É impressionante e um pouco chocante, conhecer o sítio onde foram mortas tantas pessoas, depois de capturadas e tiradas das famílias… Sempre ouvimos falar das guerras e dos campos de concentração na escola e em filmes, mas, estar no sitio onde tudo se passou é muito diferente. Optámos por pedir um guia audio mal lá chegámos, achámos que seria bom para percebermos melhor tudo o que aconteceu, e ajudou muito, acreditem…

Logo à entrada – antes da porta de entrada para o campo de concentração em si – estão restos de carris dos comboios que transportaram os prisioneiros. Mal entrámos, demos de caras com um recinto enorme, com alguns barracões e uns muros em pedra. Consegui imaginar aquilo cheio de prisioneiros e de soldados, o que me deixou um pouco arrepiada, confesso. Ouvimos algumas explicações até que demos de caras com uma estátua que estava construída em cima de um muro que ia aumentando o tamanho – ficámos sem saber o que pensar… Quando ouvimos a explicação ficámos um pouco sem palavras, na fase da compreensão e aceitação…

Basicamente, a estátua era em homenagem a todos os prisioneiros que morreram naquele campo de concentração… No entanto, dava maior ênfase a todos os que se suicidaram – devido ao pânico – no arrame farpado do campo. Quanto ao muro, fiquei ainda mais chocada! A altura do muro aumenta, consoante o número de pessoas que morriam ao longo dos anos… “Wowwww, não sei como é possível tudo isto, parece que entrei num filme” – infelizmente não, tudo isto é demasiado real.

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Depois fomos visitar um museu que explicava um pouco melhor toda a história. Vimos até, o sitio onde os prisioneiros tomavam banho – no inicio, uma vez por semana… Depois, era cada vez mais raro. No sitio para tomar banho, ouvimos que, muitas vezes para além do banho tinham uma “surpresa” – eram torturados e chicoteados. O que me chamou mais à atenção no museu foi a forma como os prisioneiros eram classificados, eles tinham um triângulo de uma respetiva cor consoante a classificação ou o grupo de prisioneiros a que pertenciam. Por exemplo, com o triângulo verde eram prisioneiros temporários; com o triângulo rosa eram homossexuais; com o triângulo preto eram os associais – pessoas que são um perigo para a sociedade (supostamente) – como por exemplo, os sem abrigo.

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Não sei como é possível, havia alturas em que lhes apetecia matar alguém e deixavam os prisioneiros trabalhar fora do campo de concentração para ter uma desculpa, simplesmente, lhes dar um tiro da torre de vigia… fez-me muita confusão, mas, segundo o que ouvimos, era o que acontecia.

Depois do museu, fomos ao bunker – uma prisão para os prisioneiros que cometiam algumas asneiras mais graves – onde vimos imensas celas. Havia algumas, para os piores castigos, que eram celas em que os prisioneiros eram obrigados a ficar em pé durante dias, por terem feito algo “muito grave”.

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Decidimos depois avançar um pouco mais rápido e passar para a zona onde estavam construídos os barracões onde dormiam os prisioneiros – já só havia dois que tinham sido reconstruídos, todos os outros já tinham sido demolidos e só tinham delineada a área. Inicialmente, em cada barracão havia espaço para, aproximadamente, 120 prisioneiros… Tinham uma cama com um espaço razoável e com sítios para colocar os pertences…

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Com o passar dos anos, o número de pessoas por barracão aumentou exponencialmente, ficaram, então sem espaço para as suas coisas e dormiam todos “ao molho”.

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Fomos, mais tarde, visitar algumas igrejas que foram construídas após a libertação dos prisioneiros. Acabámos a nossa visita a ir ver o crematório e as câmaras de gás. Nas câmaras de gás visitámos, também, a sala de espera onde os prisioneiros eram informados que iriam entrar nos famosos “duches” para que não pudessem ter hipótese de dizer nada… Fez-me muita impressão imaginar tal coisa, como tal, não estivemos lá muito tempo.

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Para mim, todos os prisioneiros que conseguiram sobreviver nas condições proporcionadas nos campos de concentração são uns heróis, sejam eles quem forem! :) Saímos de lá a pensar um bocado em tudo aquilo que vimos e “a pensar na vida” – como se costuma dizer… E realmente, nós não temos nada que nos queixar da nossa vida, comparada com aquelas pessoas, a nossa vida é e sempre foi de lordes!

Depois de sairmos do campo de concentração, fomos até ao centro de Munique. Ontem tínhamos passado por lá no autocarro e ficámos curiosos para ver alguns monumentos mais de perto.

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Depois de algumas voltas pelo centro, decidimos que estava na hora de voltar para casa… O pior foi: o metro! É uma confusão tremenda, não percebiamos nada das direções… De manhã tinha sido fácil, à tarde vimo-nos as aranhas.. Enfim :p

Quando chegámos a casa, nem queríamos acreditar… Isto de conhecer coisas e fazer interrail é muita giro e tal, mas é uma estafa… Jasus!

Decidimos ir jantar ao mesmo sítio de ontem – a senhora deve ter pensado “estes gostaram tanto disto que agora vêm cá todos os dias”… Está enganada, amanhã não vamos :p

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Estou a gostar muito de Munique, é diferente e parecido a Lisboa, para mim… É diferente das cidades onde temos estado e muito bonito tambem! E esta visita de hoje… vai marcar-me para sempre :)

Pois é, agora vamos descansar… Amanhã, por volta das 17h seguimos para o nosso próximo destino, Praga :)

PS. Estou bastante ansiosa para conhecer Praga! :p

 

Dia 9 – Hallo München…!

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Chegámos hoje, por volta das 7 da manhã, a Munique. A nossa noite foi um pouco diferente, pois foi passada no comboio e posso dizer-vos, pode ser muito divertido! Tem uns senãos, como os barulhos das malas ou até um simples movimento do comboio causar algum barulho mais incomodativo… Mas, é muito giro! Dá para dormir bem, as camas são confortáveis, e vamos acompanhando – deitados – o movimento do comboio quando acelera e quando trava, por exemplo :p

Assim que pusemos o primeiro pé na estação, dirigimo-nos logo para os cacifos desta para deixar as nossas malas – já que era muito cedo para irmos deixar ao nosso apartamento. Assim que deixámos as malas, fomos ver o que podíamos fazer hoje visto que estávamos muito cansados – apesar de confortável, no comboio não é muito possível um sono profundo e descansado – e, relativamente a tudo o que tínhamos para visitar já planeado, era um bocado longe…

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Decididos em encontrar algo mais perto, dirigimo-nos a um ponto de informação turística perto da estação… E encontrámos um SightSeeing por Munique que nos levava a alguns dos sítios que queríamos mesmo visitar, e a outros, que não nos pareceram nada mal :)

Começámos pelo Palácio de Nymphenburg – que servia para os reis da Bavaria passarem as suas férias. Mais do que admirar o palácio, aproveitámos para passear pelo grande jardim à sua volta, muito bonito e com um canal que o dividia… Achei muito giro e que vale muito a pena lá ir :)

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De seguida, apanhámos de novo o autocarro para nos dirigirmos para o nosso próximo local a visitar: o Parque Olímpico. Decidimos almoçar qualquer coisa por lá – a fome já apertava – e rendemo-nos às tradicionais salsichas alemãs :)

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Depois de estarmos compostinhos, decidimos ir passear um pouco pelo parque… De repente, perto do estádio olímpico, ouvimos gritos de alguém que estava sentir imensa adrenalina… E fomos cuscar! Não era mais, nem menos, que uma rapariga a fazer slide… Wowwww, não demorámos muito a tomar a iniciativa de ir também – há bastante tempo que queria experimentar.

Tivemos que subir até ao ponto mais alto do estádio – uma espécie de escalada – e depois íamos atravessar o estádio a descer :) “yupiiiii” lá fomos nós, foi das sensações mais fantásticas da minha vida, a sensação de saltar e da velocidade que se atinge… Foi brutal! Eu ia tão rápido que cheguei ao fim, e ainda continuava… :p Foi pena não termos levado a GoPro e só termos uma maquina gigante que não conseguimos levar connosco, por isso, infelizmente não há fotos deste momento!

Depois desse momento de pura adrenalina – em que ainda tive uma boa meia hora a tremer – foi o momento relax do dia… Experimentar as famosas cervejas de Munique! E realmente, são muito boas… Até eu, que nem bebo muita cerveja, gostei bastante :)

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Depois ainda quisemos – para terminar em grande a nossa tarde – subir à Torre Olimpica. Mais uma paisagem fenomenal que ficámos a admirar uns bons minutos e, claro, aproveitámos para tirar muitas fotos :)

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“Já chega por hoje” – pensámos. “Vamos para casa, finalmente, descansar um bocado”.. Teve que ser, estávamos tão exautos, que com o balanço do autocarro já estávamos quase a dormir.. Achámos melhor virmos cedo, e amanhã ainda temos tempo para ver muita coisa :)

Para acabar em grande – e como o cansaço já era muito – decidimos não nos preocupar com o jantar e fomos comer um grande bife com uma cervejinha bem fresquinha para dormirmos melhor :p

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O que achei da cidade até agora?! Faz-me lembrar Lisboa – não sei porque, mas faz. Mas, apesar de alguns alemães serem um pouco parvinhos, estou a gostar bastante :)

Cá estamos… amanhã é outro dia, e vamos ver o que há de reservado para nós :)

Dia 8 – Rotte > Munique

Dia 8 – Rotte > Munique

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Bem, este artigo era o que deveria ter sido publicado ontem, mas como estávamos em viagem não tínhamos acesso à internet, nem rede… Deixo-vos o artigo do dia 8 :)


Hoje, acordámos ainda em Roterdão…

Decidimos seguir um dos concelhos do rapaz que conhecemos no mini world e fomos dar um passeio um pouco maior e mais afastado de Roterdão :) Eram umas 10h quando, de malinha às costas com águinha e umas sandocas, nos fizemos à ciclovia… Seguimos o Rio Rotte – rio que dá o nome a Roterdão – por alguns bons quilómetros. Vimos paisagens magníficas… que nem com fotos nem com nenhuma descrição vos consigo transmitir o que vimos, mas foram paisagens lindas :)

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Passados, aproximadamente, 10/11km de Rio com casinhas de um lado e de outro – que no verão devem ser infestadas por melgas – chegámos ao nosso destino… Que nem sabíamos bem qual era, verdade seja dita… Mas, rapidamente descobrimos, que o tal rapaz tinha razão quando disse que vale muito a pena e que a vista é qualquer coisa de espantosa :)

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Fomos em busca de algum sítio para fazermos o nosso piquenique – para variar – e encontrámos uma praia… Sim, Roterdão tem praia – um bocado afastada, mas tem. E pronto, lá comemos as nossas sandocas, bebemos um suminho e, depois de descansar um pouco, regressámos a Roterdão :)

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Foi das viagens de bicicleta que mais me custou fazer, juro. Já estávamos exaustos fisicamente dos outros dias todos, já tínhamos feito uns 12km de bicicleta hoje e depois ainda havia o vento, que decidiu começar logo quando estávamos a voltar e contra a nossa direcção, meu deus… Depois de muito esforço e já com as pernas a tremer, chegámos à central station onde deixámos as nossas queridas amigas e fomos até casa.

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Arrumámos tudo o que faltava, e fomos para a estação esperar pelo nosso comboio.

Posso dizer, que Roterdão surpreendeu-me muito, pela positiva. Pensava que era uma daquelas santas terrinhas sem nada para fazer, e acabámos por passar uns grandes momentos e fazer uns grandes passeios a conhecer está cidade maravilhosa… Adorei Roterdão! É uma cidade encantadora, e muito menos turística… Ou seja, menos filas e confusão!

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Tal como em Amesterdão, uma das coisas que mais me cativou, foi a liberdade de poder ir a qualquer lado de bicicleta, em Portugal é impensável para a maioria das pessoas… Aqui, há mais trânsito de bicicletas que de carros; As pessoas levam os filhos a passear de bicicleta; Vão para o trabalho de fatinho e gravata, de bicicleta… E por aí fora :)

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Das cidades que passámos, até agora, é a que eu mais penso “um dia, não me importava de viver aqui”.

Tudo muito bonito, mas passado uns 20 minutos de termos chegado à estação para apanhar o comboio das 19.05h – que decidimos apanhar mais cedo por causa dos típicos atrasos – a estação encerrou as linhas e não havia comboios a sair da estação nem a chegar… Isto durante uma boa meia hora! Começamos a ficar assustados, pois tínhamos o comboio da noite reservado que partia as 21h de uma outra estação. “Que boooommmm, mais stresse com comboios” – dissemos nós… Passado um bocado, disseram-nos que estava a haver um incêndio e que os comboios não podiam passar, daí a estar tudo parado… Esperámos – com muito stress  em cima – e finalmente começaram a circular comboios e até tivemos que correr para apanhar o tão esperado comboio…

Já estávamos dentro deste, bastante aliviados,  quando… “Blá blá blá bla” em holandês e nós ficámos a apanhar bonés, mas vimos toda a gente a sair apressadamente do comboio e a ir para outro, lá fomos nos também!

Outra coisa muito parva, todas as informações importantes naquela estação eram ditas apenas em holandês – para os turistas é óptimo… No entanto, lá nos desenrrascámos :)

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O nosso comboio ainda parou umas duas vezes na linha e chegou uns 30 minutos atrasado ao destino, mas o mais importante… Conseguimos apanhar o comboio que nos leva para Munique! Vamos passar a noite no comboio, temos um quartinho com uma camita e até é bastante catita! Amanhã já vos escrevo de Munique, agora, vou fazer um óó que isto hoje foram muitas emoções e aventuras :)

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